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Turismo precisa acompanhar o desfecho sobre o possível fim do parcelamento sem juros


Walter Teixeira
Walter Teixeira

Tive a oportunidade de ser um dos protagonistas no momento do impulso que o pagamento com cartões de crédito teve no setor de viagens e turismo, nos anos 90.


Naquela época a inflação era estratosférica – chegou a mais de 80% num único mês em 1990 (*). Imaginem que as cias. Aéreas, Hotéis e todos os outros estabelecimentos do setor, recebiam os valores após 30 dias da data da compra. O valor recebido valia quase a metade do que no momento da venda.


Grafico de Inflações.
Grafico Inflações

Era praticamente impossível aceitar cartões de crédito, mas as empresas que tinham atuação mundial, como as cias. Aéreas, Locadoras e principalmente os hotéis de redes internacionais, não podiam abandonar esse meio de pagamento, pois os viajantes internacionais tinham o plástico na carteira e politicas corporativas de uso.


A alta inflação, que perdurou por 10 anos no Brasil, impediu temporariamente a expansão deste meio de pagamento no Brasil. Mas com a estabilização da moeda, em 1995, o volume que estava represado, começou a fluir e crescer.


Com o Plano Real, os bancos passaram a expandir suas bases de cartões, oferecendo crédito e um meio de pagamento “moderno” para milhões de brasileiros, assumindo outro patamar de risco de crédito.


Veja a matéria completa na Revista Hotéis

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